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	<title>Luva De Pelica &#187; Reflexão</title>
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	<description>Blog pessoal... Sem fins lucrativos!</description>
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		<title>Sobre: Síndrome da Mulher-Maravilha</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 17:43:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rebeca Renna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Mulher-Maravilha (em inglês Wonder Woman) é uma super-heroína de histórias em quadrinhos e desenhos animados da DC Comics. Ela é a princesa de Themyscira (às vezes chamada de Ilha Paraíso), filha da rainha das amazonas, Hipólita. Sua mãe a criou a partir de uma imagem de barro, à qual cinco deusas do Olimpo deram vida e presentearam com superpoderes. Já adulta, foi enviada para o &#8220;mundo dos homens&#8221; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>A <strong>Mulher-Maravilha</strong> (em inglês <em>Wonder Woman</em>) é uma super-heroína de histórias em quadrinhos e desenhos animados da DC Comics. Ela é a princesa de Themyscira (às vezes chamada de Ilha Paraíso), filha da rainha das amazonas, Hipólita. Sua mãe a criou a partir de uma imagem de barro, à qual cinco deusas do Olimpo deram vida e presentearam com superpoderes. Já adulta, foi enviada para o &#8220;mundo dos homens&#8221; para espalhar uma missão de paz, bem como lutar contra o deus da guerra, Ares. Tornou-se integrante da Liga da Justiça, assim como Superman e Batman. <a title="Wikipédia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mulher-Maravilha" target="_blank">Wikipédia</a></p></blockquote>
<pre style="text-align: center;"><a href="http://luvadepelica.com.br/wp-content/uploads/2012/05/tumblr_m2u2cwpxnb1qgyryoo1_500_large.jpg" rel="lightbox[2516]"><img class="aligncenter size-full wp-image-2517" title="Wonder Woman" src="http://luvadepelica.com.br/wp-content/uploads/2012/05/tumblr_m2u2cwpxnb1qgyryoo1_500_large.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a>Por: <a href="http://wisdom-justiceandlove.tumblr.com/post/22014370559 " target="_blank">Wisdom - Justice and Love</a></pre>
<p>O mundo moderno nos fez independes. Nós “queimamos o sutiã” e agora somos donas dos nossos carros, dos nossos telefones, do que comemos e, às vezes, até de quem deveria mandar na gente. Nós lavamos, passamos, cozinhamos, somos amigas, confidentes, chefes, empregadas, namoradas, esposas, mães e às vezes mães do namorado também. E o que era pra ser bom, para ser visto como uma conquista acabou tornando-se fonte de inesgotável dor de cabeça. Quer saber por quê? Vou explicar.</p>
<p>Os tempos modernos nos levaram a sermos a Mulher de Aço (e antes que os geeks de plantão comecem, eu sei que a Mulher de Aço é diferente da Mulher maravilha!). Nós construímos casas, demolimos prédios, fechamos acordos bilionários, matamos as temíveis baratas e disputamos ações com magnatas do Petróleo. E, em algum lugar no meio dessa evolução, perdemos o prazer de sermos apenas&#8230; Mulheres. De nos permitir chorar em um ambiente público, de comprar um chocolate e comer sem culpa, de olhar nosso contra-cheque no final do mês e não nos importar em ter um salário menor porque <em>ele</em> arca com as despesas. Nós perdemos o direito de demonstrar nossos sentimentos para assumir uma postura séria, fechada e dura – características do universo masculino e, por razões históricas, do universo do mercado de trabalho. E a cada vez que deixamos transparecer por um segundo nossa essência, aquilo que nos torna mulheres, nos culpamos porque na nossa nova mentalidade não é isso o que deveríamos ser. Nós deveríamos ser a Mulher Maravilha e salvar a humanidade com nossas pulseiras de aço.</p>
<p><div class="toggle"></p>
<p>Talvez você esteja pensando <em>“Mas Beca, somos tão capazes quanto os homens. Nós merecemos ganhar um salário compatível ao deles”</em> eu sei e disso não discordo. QI não está relacionado à força muscular, minha gente. Aliás, se formos parar para pensar, em breve dominaremos o mundo nesse aspeto: já parou pra observar a quantidade de homens em uma sala universitária? Ínfima! Mas eu confesso que às vezes é muito mais cômodo ser mulher e talvez você devesse começar a pensar nisso. Ainda que na nossa sociedade os papéis estejam se invertendo, aprecio a condição de <span style="text-decoration: underline;">sexo frágil</span> e posso até confessar que é realmente o meu lance. Aprecio poder subir na cadeira e gritar porque um inseto que não tem o tamanho do meu polegar está correndo pela cozinha. Aprecio o fato de delegar ao sexo masculino a função de abrir garrafas de vinho ou potes de azeitona, mesmo que eu tenha meios tecnológicos suficientes para fazê-lo sozinha e, muitas vezes, com maior eficiência.</p>
<p>Imagino como não deve ser difícil ser homem. Se nós temos a TPM, a discriminação e pessoas grosseiras que se aproveitam de nossa menor força física para <a title="Gazeta do Povo" href="http://www.gazetadopovo.com.br/brasil/conteudo.phtml?id=557967" target="_blank">passar a mão no metrô</a>, eles tem o peso de serem os provedores da família, de representarem um porto seguro, de não demonstrarem emoções – caso contrário são ‘bichinhas’ para os amigos -, de terem tudo sob ‘controle’ e de se tornarem alguém para o qual a esposa e filho possam se espelhar e sentir-se protegidos. E nós&#8230; Bem, teoricamente devemos ser as compreensivas, donas de casa, passarmos os sermões da mulecada e estarmos sempre gostosas à noite – o que depois de um dia em cima do salto, não é lá muito fácil, confessemos.</p>
<p><a href="http://luvadepelica.com.br/wp-content/uploads/2012/05/tumblr_lvi4axhSsF1qcloroo1_500_large.jpg" rel="lightbox[2516]"><img class="wp-image-2518 alignleft" title="Wonder Woman" src="http://luvadepelica.com.br/wp-content/uploads/2012/05/tumblr_lvi4axhSsF1qcloroo1_500_large.jpg" alt="" width="229" height="292" /></a></p>
<p>Talvez esteja na hora de pararmos de nos cobrar e nos permitirmos voltarmos a sermos mulheres. Esse novo estilo de vida tem prejudicado a nós mesmas. Fazemos tudo de forma que pouco sobra para o sexo masculino em nossas vidas e isso acarreta em homens cada vez menos prestativos&#8230; E quando nos deparamos com esses ‘acomodados’ nos queixamos e nos encarregamos de sermos ainda mais: mais desafiadoras, mais agressivas, mais independentes, sem pensar que muitas vezes é a nossa postura que desencadeia esses Homens-Banana.</p>
<p>Esse final de semana estava lendo (finalmente!) Orgulho e Preconceito e uma frase do Sr. Collins chamou minha atenção:</p>
<p><em>“- Minhas razões para casar são (&#8230;). Em segundo lugar, que estou convencido de que isso contribuirá grandemente para a <strong>minha</strong> felicidade&#8230;”.</em> Sr. Collins, Orgulho e Preconceito – Jane Austen. Versão de Bolso, pag. 115.</p>
<p>Acredite ou não, isso era um pedido de casamento. E, apesar de parecer um pouco absurdo, sei que todas nós já trombamos com algum sujeitinho egoísta<em>. “Para <strong>me</strong> fazer feliz”;</em> <em>“Não quero te perder pois você <strong>me</strong> faz bem”</em>&#8230; A partir daí comecei a tentar entender porque existe esse tipo de homem. Quer dizer, tem algo errado nessa história. Se somos nós as principais responsáveis pela educação de nossos filhos – salvo raras exceções, sejamos sinceros. A mulher educa e o pai passa a mão na cabeça&#8230; –, o mais lógico seria apontar nossa própria forma de educar como causa dessa nova sociedade, onde os homens correm quando veem uma barata ao invés de correr <em>atrás</em> dela (acredite, isso existe).</p>
<p>Esse final de semana cheguei à conclusão que temos que parar com a Síndrome da Mulher-Maravilha. Quanto mais tentamos ser, mais nos esquecemos do que éramos e começamos a assumir funções domésticas que antes eram delegadas aos homens. Eles, sem ter o que fazer se tornam acomodados – e nós, ao nos deparar com esse novo exemplar da espécie masculina, tomamos duas atitudes: reclamar e acumular ainda novas funções. No final, só uma coisa é certa: não conseguimos ser, no final das contas, a Mulher Maravilha e acabamos frustradas&#8230; Então, por um pequeno momento, voltamos a sermos mulheres: frágeis, com defeitos e qualidades, forças e fraquezas, mas capazes de demonstrar sentimentos e afeições. Não seria melhor tentar logo dosar tudo isso, para uma humanidade mais feliz?</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Sobre: Traição</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Apr 2012 17:43:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rebeca Renna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[“A Ana conheceu o Pedro e começaram um relacionamento. Com poucos meses de namoro, descobriu que o Pedro mantinha um namoro com a Maria, que morava em outro estado. Todas as vezes que ele saía para viagens a trabalho no estado referido, ia encontrar-se com ela. O namoro deles acabou e a Ana ficou muito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>“A Ana conheceu o Pedro e começaram um relacionamento. Com poucos meses de namoro, descobriu que o Pedro mantinha um namoro com a Maria, que morava em outro estado. Todas as vezes que ele saía para viagens a trabalho no estado referido, ia encontrar-se com ela. O namoro deles acabou e a Ana ficou muito chateada ao descobrir que o Pedro fora atrás da Maria. Algumas semanas depois ele voltou e pediu desculpas. Hoje eles vão se casar”.</p></blockquote>
<pre style="text-align: center;"><a href="http://luvadepelica.com.br/wp-content/uploads/2012/04/552770_10150693010655852_721475851_9721249_1356898728_n_large.jpg" rel="lightbox[2480]"><img class="aligncenter size-full wp-image-2481" title="Broken Heart" src="http://luvadepelica.com.br/wp-content/uploads/2012/04/552770_10150693010655852_721475851_9721249_1356898728_n_large.jpg" alt="" width="460" height="375" /></a>Por: <a href="http://weheartit.com/entry/26899140" target="_blank">We Heart It</a></pre>
<p>A história acima é verdadeira e eu troquei os nomes dos personagens para respeitar a privacidade dos dois. Não tenho a pretensão de discutir a vida conjugal de ninguém, até porque não quero ser a que <em>“destruiu um grande amor”</em> ou a que se <em>“calou diante de uma grande catástrofe”. </em>Por isso, é <em>“ema ema ema cada um com seus problemas”,</em> mesmo. Acredito que cada um sabe de sí, não é? Mas o motivo de começar o post de hoje com essa historinha é porque presenciar isso me fez pensar a respeito de um assunto muito polêmico: traição.</p>
<p>Até onde vale a pena passar por cima de nosso orgulho para aceitar alguém de volta? A traição tem perdão? Perdão gera confiança ou são duas coisas distintas? Pois é. Vamos por partes.</p>
<p>Primeiramente, acho que devemos considerar todas essas questões levando um critério de avaliação: não existe isso de dois pesos e duas medidas. Eu vejo muitas pessoas que traem e são perdoadas e depois, quando mais pra frente são traídas, consideram o ato absurdo e não perdoam. Ao contrário, imputam sofrimento maior no traidor, acusando-o constantemente de seu erro e fazendo questão de atormenta-lo com aquilo. Não vou começar o post defendendo a traição, de forma alguma, mas vou começar defendendo que não existem dois pesos e duas medidas.</p>
<p>Em segundo lugar, eu penso que traição tem sim perdão. Jesus, quando foi questionado a respeito de quantas vezes deveríamos perdoar alguém, respondeu “70 vezes 7”. Ou seja, todas as vezes. Mas eu creio que perdoar não significa confiar de novo. E eu vou explicar o porque.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><div class="toggle"></p>
<p>Já dizia minha tia que “abacateiro dá abacate, não dá laranja”. Na bíblia também se está escrito que “conhecereis a árvore por seus frutos”. Isso significa que conhecemos uma pessoa de verdade por suas decisões e atitudes e não pelo o que ela diz ser. Muitas meninas (e meninos!), na pressa por encontrar um grande amor acabam esquecendo-se disso e ignorando os sinais que a relação dá a respeito de seu futuro. Mais do que isso: na pressa por reconquistar toda a intimidade que tinham na relação passada, acabam ‘pulando etapas’. É por isso que muitas acabam na cama na primeira semana. Elas querem recuperar logo a intimidade e segurança de um relacionamento duradouro, mas esquecem que precisavam primeiro passar por outras etapas de conhecimento. Aí, qualquer sinal de que a relação não é confiável passa ‘batido’.</p>
<p>Essa mesma confiança cega torna-se perigosa quando a traição acontece. Eu acredito que deva-se perdoar sim, mas voltar a confiar é outra história. Vocês devem estar pensando <em>“Mas Beca, as pessoas mudam. A gente deve dar a elas um voto de confiança”</em>. Acontece que as pessoas mudam aquilo que lhes é superficial. Por exemplo, eu não gosto muito de Coca-Cola, mas de tanto sair com a Luly e ouvir ela falando o quanto ama esse refrigerante, acabei aprendendo a gostar. Posso até dizer que <span style="text-decoration: underline;">“mudei por ela”</span>, nesse caso. Mas conceitos éticos, aprendizados e valores que um ser humano leva a vida inteira para construir não podem ser reaprendidos no curto espaço de duas semanas. É aquele velho provérbio bíblico <em>“Pode um Leopardo mudar suas manchas?”</em>.  As pessoas conseguem mudar aquilo que elas levaram uma vida para aprenderem a ser? Infelizmente, eu acredito que não. Milagres acontecem sim, mas não colocaria minha mão no fogo por um. Quando uma pessoa é abacate, <em>ela vai continuar sendo abacate</em>. Não adianta muito tentar contornar a história.</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Sobre: Relacionamentos</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Apr 2012 19:37:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rebeca Renna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por: We heart It Relação. Do latim, ‘relatione’, o ato de relatar. Designa a ação de se aproximar de algo ou alguém e lhe contar alguma coisa. Atualmente, entre tantos significados, remete ao à união de duas pessoas, onde, juntas, partilham, relatam, pontos de sua vida. Essa ação conjunta denomina-se relacionamento. O relacionamento pode ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://luvadepelica.com.br/wp-content/uploads/2012/04/548380_349697991732780_305903172778929_846043_1159758558_n_large.jpg" rel="lightbox[2438]"><img class="aligncenter size-full wp-image-2439" title="Alone" src="http://luvadepelica.com.br/wp-content/uploads/2012/04/548380_349697991732780_305903172778929_846043_1159758558_n_large.jpg" alt="" width="500" height="332" /></a></p>
<pre style="text-align: center;">Por: We heart It</pre>
<p>Relação. Do latim, <em>‘relatione’</em>, o ato de relatar. Designa a ação de se aproximar de algo ou alguém e lhe contar alguma coisa. Atualmente, entre tantos significados, remete ao à união de duas pessoas, onde, juntas, partilham, relatam, pontos de sua vida. Essa ação conjunta denomina-se relacionamento.</p>
<p>O relacionamento pode ser bom ou ruim. Pode acontecer mais pra uma pessoa do que pra outra e pode, até mesmo, acontecer de formas diferentes, dependendo do indivíduo. Por exemplo, eu posso amar o <a title="Convergências e Divergências" href="http://brunluizz.blogspot.com.br/" target="_blank">Bruno </a>enquanto ele me odeia. Não deixa de ser um relacionamento, ainda que manifestado de formas controversas.</p>
<p>Talvez a mais dolorosa manifestação do relacionamento seja exatamente quando ele acontece pra duas pessoas, de formas diferentes. A isso, damos o nome de <em>“sentimento não correspondido”</em>.</p>
<p>Ta, uma introdução enorme com cara de livro de auto-ajuda. Então vamos ao ponto: hoje, enquanto trabalhava, estava lendo minha timelinda do Twitter ser bombardeada de mensagens de dor de cotovelo. Frases prontas do tipo “Você um dia vai ver o que perdeu” e “Vou ficar bem, mesmo com toda essa dor” começaram a me incomodar. Nós criamos o péssimo hábito de sermos “8 ou 80”. Ou você se acha mega foda, do tipo galã de novela mexicana e pensa que pode ter todos aos seus pés ou se acha um ninguém, vive deprimido e enchendo seu facebook de frases do tipo “Ninguém me ama, ninguém me quer, ninguém me chama de picolé”. A mídia, os desenhos, os contos de fada nos fazem acreditar nisso. Aprendemos a ser extremistas. Aprendemos que, quando queremos alguém e essa pessoa não nos quer ela é quem está perdendo e um dia <em>vai se arrepender</em>. Vai se arrepender&#8230; Aí está o grande equívoco, na minha opinião.</p>
<p><div class="toggle"></p>
<p>O que acontece é que nem sempre essa pessoa vai se arrepender. Às vezes, vocês não tem nada haver. E quando o tempo passa e percebemos isso, quando a pessoa não volta atrás para que você possa humilhá-la esfregando em sua cara que não a quer, nos sentimos mal, inferiores. Essa é uma verdade dura e difícil de se aceitar, para todos nós. Temos que aprender que não somos irresistíveis e não podemos ter sempre quem queremos. Temos que aprender a lidar com as decepções de uma forma mais adulta – e, acredite, postar o vídeo da Pitty cantando “Eu estava ali o tempo todo, só você não viu” <strong>não</strong> é uma atitude adulta.</p>
<p>Não estou dizendo que é fácil lidar com rejeições e nem que não devemos ouvir a Rádio Deprê pra chegar ao mais fundo nível do poço. Se isso te faz bem, se dê esse período de luto. Mas faça isso sozinho, ou, no máximo, com o seu melhor amigo que não vai se incomodar com isso.</p>
<p>Também não estou dizendo que deve-se isolar e começar a viver “sem amor, porque eu não tenho sorte mesmo”. Não! Somos seres sociáveis, precisamos viver em sociedade. Até mesmo os que se ‘revoltam contra o sistema’ se agrupam em grupinhos de ‘revoltados’. Eles não ficam sozinhos. Mas estou dizendo que é necessário criar uma maturidade emocional – da qual estou longe, podem apostar – para lidar com rejeições. A imaturidade, a ignorância, a falta de senso crítico destrói muito mais do que a timeline dos outros. Destrói suas relações. Destrói sua moral, sua imagem.  Faz com que você, querendo aparentar estar bem ou possuir uma maturidade que não tem, pegue a primeira baranga, de preferência a melhor amiga/inimiga da sua ex pra mostrar que você superou a rejeição. E, sem perceber, você se destrói, perde credibilidade. Você afasta as pessoas de você.</p>
<p>Quanto mais cedo aprendermos nosso valor, nossas virtudes e defeitos, mais perto estaremos de aceitar os inúmeros “não” que a vida nos dá. Alcançar a maturidade emocional não é algo fácil, mas é preciso. Temos que desenvolver senso de coletividade, por exemplo, e perceber que não estamos sós no mundo e que sua depressão não faz mal só a você, mas também a quem te ama e está por perto e não quer te ver mais sofrer. Temos que ter a maturidade necessária para percebermos onde erramos – e se erramos – e a partir daí melhorar, ao invés de ficarmos deprimidos, cometendo sempre os mesmos erros e depois nos queixando que nunca dá certo. Temos que ter maturidade pra aceitar que algumas pessoas, simplesmente, não vão te querer e não vai ser por culpa sua ou por falta de percepção dela: vai ser só porque ela não tem nada a ver com você.</p>
<p><strong>Maturidade.</strong> Às vezes, é só ela que te falta para que aquela pessoa bacana entre na sua vida pra ficar.</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Deixem os cachorros em paz!</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Mar 2012 17:57:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rebeca Renna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Creative Monkeyz Final de semana eu estava revendo os melhores momentos do Mulheres Ricas na TV. Tá, eu sei que o programa era fútil, elas eram ridículas e muito caricatas mas os extremos delas acabaram fazendo com que a gente se apaixonasse pelo programa (nem que fosse só pra rir da cara delas). Aí, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://luvadepelica.com.br/wp-content/uploads/2012/03/20_large.jpg" rel="lightbox[2395]"><img class="aligncenter size-full wp-image-2396" title="Dog" src="http://luvadepelica.com.br/wp-content/uploads/2012/03/20_large.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a></p>
<pre style="text-align: center;">Por<a href="http://creativemonkeyz.com/la-cafea/arta-lui-seth-casteel/ " target="_blank"> Creative Monkeyz</a></pre>
<p>Final de semana eu estava revendo os melhores momentos do <a title="TV a Cabo: luxo ou necessidade?" href="http://luvadepelica.com.br/tv-a-cabo-luxo-ou-necessidade/">Mulheres Ricas</a> na TV. Tá, eu sei que o programa era fútil, elas eram ridículas e muito caricatas mas os extremos delas acabaram fazendo com que a gente se apaixonasse pelo programa (nem que fosse só pra rir da cara delas). Aí, numa dessas reprises eu lembrei do episódio em que a Brunete resolve comprar um carrinho de bebê para levar a Sisi (a cachorrinha dela) para passear. Foi tipo.. WHAT?</p>
<p>Gente, deixem os cachorros serem cachorros! Que vida infeliz deve ter essa cadelinha. Não adianta nada comer só caviar e não ter o direito de passear na rua. Eu entendo que esses cães que vivem dentro de casa a gente trata com um cuidadinho extra para que eles não tragam bactérias pra dentro de casa (mesmo eles sendo cheios delas). Eu entendo pessoas que passam lencinhos nas patinhas do cachorrinho antes de soltá-lo em casa após um passeio no parque. Mas o que eu não entendo que ó da na cabeça de um ser humano em pensar que o cachorro é feliz só ficando no colo da dona ou passeando em um carrinho de bebê. Cachorro precisa desestressar, igual gente. E o que ‘gente’ faz para desestressar? Passeia! Vai pra praia, coloca o pé na areia, pula na piscina, fica largateando no sol&#8230; Cachorro também precisa correr no parque até cansar e ficar com a lingua pra fora, pedindo uma tigela d’água e um cantinho em baixo da árvore fresquinha pra dormir. Cachorro também precisa se sujar.</p>
<p>Então, vamos combinar uma coisa? Deixem os cachorros em paz!</p>
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		<title>A tal da etiqueta digital</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 19:31:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rebeca Renna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Spam por Rock'n Tech Eu não ia postar nada hoje porque, como disse no post passado, estou passando por um terrível período de bloqueio mental. Mas aí, entrando no meu Facebook e, mais tarde, mandando como spam alguns comentários aqui do blog, descobri que assunto nunca faltou. O que me faltava era mesmo enxergar o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://luvadepelica.com.br/wp-content/uploads/2012/02/caixa-correio-spam_large.jpg" rel="lightbox[2262]"><img class="aligncenter size-full wp-image-2264" title="Spam" src="http://luvadepelica.com.br/wp-content/uploads/2012/02/caixa-correio-spam_large.jpg" alt="" width="500" height="483" /></a></p>
<pre style="text-align: center;">Spam por <a href="http://rockntech.com.br/" target="_blank">Rock'n Tech</a></pre>
<p>Eu não ia postar nada hoje porque, como disse no post passado, estou passando por um terrível período de bloqueio mental. Mas aí, entrando no meu Facebook e, mais tarde, mandando como spam alguns comentários aqui do blog, descobri que assunto nunca faltou. O que me faltava era mesmo enxergar o que estava bem na minha frente.</p>
<p>Houve um tempo em que todo mundo tinha Orkut. E o Orkut era um lugar para encontrar seus amigos, publicar fotos&#8230; Em outras palavras, estreitar laços. Depois o Orkut começou a ser invadido por mensagens de spam nas comunidades como <em>“Aumente seu<del> (blog de família, não falamos essa palavra)</del> em 15 centímetros”</em> e as <span style="color: #008080;">terríveis</span> maldições da Samara “<em>Por favor não leia, por favor não leia, por favor não leia&#8230; Meu nome é Samara&#8230;”</em>. Eu achava compreensível que no começo as pessoas realmente acreditassem naquilo e replicassem as mensagens. Mas depois o nível de poluição nas comunidades subiu, os scraps viraram verdadeiros murais onde todo mundo mandava scrap coletivo com o <em>flyer</em> tosco da festa sertaneja do seu bairro e ninguém mais conhecia ninguém. Aí, migramos para o Facebook.</p>
<p>E porque migramos para o facebook? Porque queríamos resgatar os laços pessoais. Queríamos voltar a vigiar a vida de nossos amigos, saber por onde andam, com quem saem.. Sim, uma espécie de Big Brother digital, mas, ao menos, ainda existia pessoalidade. Era até uma forma de poder suspirar e mostrar para todas as suas amigas de faculdade aquele carinha sem precisar ficar apontando pra ele no meio da rua. Mas toda essa relação pessoal parece estar com os dias contados. Passo mais da metade do tempo no meu face deletando solicitações para o CityVille, CocoGirl e The Sims Social. A outra metade divido entre pessoas com as quais nunca falei na vida (mas me recordo vagamente de sermos do mesmo colégio na terceira série) me adicionando ou com compartilhamentos vulgares de correntes. Parece que ta todo mundo com o dedinho nervoso querendo compartilhar, compartilhar, compartilhar sem antes se perguntar se isso tem algum propósito, alguma razão de ser e, o principal: se seus amigos vão querer ler isso.</p>
<p>Até aí, ainda poderia suportar se não fosse a ameaça iminente que me fez escrever este post: <span style="color: #800080;">esse mundo da falta de etiqueta virtual está chegando aos comentários dos blogs</span>. Comentários do tipo “Hahaha adoro! Passa no meu blog?” tem se tornando cada vez mais comuns. Spans e até a SAMARA passou aqui no post passado, minha gente!</p>
<p><div class="toggle"></p>
<p>Eu queria que as pessoas entendessem que o objetivo pelo qual escrevo é compartilhar minhas impressões e descobrir a de vocês também. Não tenho a ambição de ser um blog com um milhão de seguidores e começar a ganhar cortesias de esmaltes, até porque meu blog nem é sobre cosméticos. Por isso, comentários vazios me irritam.</p>
<p>Aí você deve estar pensando<em> “Nossa, a Rebeca é chata demais. Que antipática! Quer dizer que se eu tiver ela no face não posso compartilhar aquele Meme legal?”</em>. Não. Eu adoro memes legais. Sou a favor de compartilhar o riso, críticas sociais, piadinhas espirituosas&#8230; Mas sou contra campanhas toscas de compartilhe que o Facebook doa 0,10 centavos. <em>GENTE, O FACEBOOK NÃO VAI DOAR 10 CENTAVOS</em>. Isso nunca aconteceu nas corres por e-mail e não vai acontecer no facebook. Sou contra pessoas que vem no meu blog tentarem se promover. Eu gasto uma boa parte do meu tempo lendo o blog de vocês e fazendo comentários com algum conteúdo, porque é pra isso que serve o campo “comentar” em um blog: pra criar uma espécie de campo de discussão. Aí vem neguinho no meu e, deixando isso bem na cara, lê apenas o título do post e a primeira linha e escreve. “Nossa, adoro isso! Tem post novo no meu blog, passa lá?”.</p>
<p>Queridos, deixa eu deixar algo claro: <span style="color: #800080;">SE VOCÊ COMENTOU NO MEU BLOG EU AUTOMATICAMENTE IREI NO SEU RETRIBUIR A VISITA E COMENTAR NO SEU POST</span>. Isso se chama <strong>etiqueta virtual</strong>. Mas etiqueta virtual também é fazer um comentário com algum SENSO DE NOÇÃO. Aí você pensa:<em> “Ah, mas eu realmente não gostei do post de hoje. É sobre livros e eu não gosto de ler, não tenho o que comentar”</em>. Bom, acredite, eu vivo entrando em blogs que não falam sobre assuntos nos quais não sou “boa”, mas comento e me esforço porque, de uma forma ou de outra, eles estão contribuindo para que eu conheça algo do qual não tinha conhecimento. Ampliando horizontes. E se tudo o que eu posto, desde sempre, é chato pra você a ponto de que eu não mereça um comentário seu de duas linhas nas quais dialoguemos e você me permita te conhecer, infelizmente tenho que admitir que o meu blog não te interessa. Então o que você ta fazendo aqui?</p>
<p>*respira*</p>
<p>Era isso. Quero deixar bem claro que não tive a intenção de ofender ninguém&#8230; Apenas expressar meu ponto de vista, pois é pra isso que os blogs servem. Agora vamos ver se alguém vai ter a cara-de-pau de deixar um comentário &#8220;Adorei seu post, passa no meu&#8221;. Ia ser uma bela ironia&#8230;</p>
<p>Ps.: desculpem pelo Caps em alguns trechos do texto. Sei que isso é falta de etiqueta digital, mas estava precisando extravasar!</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>TV a Cabo: luxo ou necessidade?</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 15:23:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rebeca Renna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Só pra avisar: tem capítulo novo na Fanfic Por: Izabella Barros Eu estava totalmente sem saber sobre o quê postar nesse começo de ano. Pensei em colocar algumas fotos da virada, dos fogos, da festa&#8230; Essas coisas mais &#8220;dia-a-dia&#8221; quando ontem tive uma iluminação. Antes de me mudar para este apartamento, tínhamos TV a cabo. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Só pra avisar: tem capítulo novo na <a href="http://luvadepelica.com.br/fanfics/enquanto-voce-me-amar/">Fanfic</a> <img src='http://luvadepelica.com.br/wp-includes/images/smilies/1559.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p></blockquote>
<p><a href="http://luvadepelica.com.br/wp-content/uploads/2012/01/5527938437_73687f46c0_z_large.jpg" rel="lightbox[2151]"><img class="aligncenter size-full wp-image-2152" title="TV a Cabo" src="http://luvadepelica.com.br/wp-content/uploads/2012/01/5527938437_73687f46c0_z_large.jpg" alt="" width="500" height="466" /></a></p>
<pre style="text-align: center;">Por:<a title="Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/izabellabarros/5527938437/in/photostream/" target="_blank"> Izabella Barros</a></pre>
<p>Eu estava totalmente sem saber sobre o quê postar nesse começo de ano. Pensei em colocar algumas fotos da virada, dos fogos, da festa&#8230; Essas coisas mais &#8220;dia-a-dia&#8221; quando ontem tive uma iluminação.</p>
<p>Antes de me mudar para este apartamento, tínhamos TV a cabo. Para mim era uma coisa comum mas, como eu estava trabalhando e estudando, não sobrava muito tempo para ficar em casa e curtir a TV. Dessa forma, TV a cabo para mim era visto como uma espécie de &#8220;luxo&#8221;, algo que eu tinha a sorte de ter em casa, conhecia os benefícios mas por não usurfruir não dava muita bola.</p>
<p>Depois que nós nos mudamos, começamos a estudar a possibilidade de recolocar TV a cabo aqui em casa. Nos três primeiros meses nem conversamos sobre isso: a casa ainda estava uma bagunça, estávamos todos nos habituando com os novos horários, comércios locais, vizinhos e etc. Mas agora que quase todos estamos de férias (eu disse quase, porque eu não tirei férias coletivas no trabalho) estamos vendo que a necessidade está mesmo batendo à porta.</p>
<p><div class="toggle"></p>
<p>Nessas últimas duas semanas não tinha absolutamente nada passando de interessante na TV. Nada! Não se passam mais filmes na TV aberta, desenhos, jornais&#8230; A maior parte da programação é composta de entrevistas e programas sensacionalistas estilo DATENA. Quando não é isso, são aqueles programas de igrejas &#8220;sapatinho de fogo&#8221;, como diria o pastor Silas Malafaya. Eu sei que eu sou evangélica, mas ser evangélica não signifique que eu goste de ficar assistindo alguns pastores berrando na minha orelha, né? Eu gosto de programas cristãos sim, mas com CLASSE gente, com classe!</p>
<p>Por incrível que pareça, nem no Natal, tradicional época de filmes bons, bíblicos, ou desenhos com bichinhos montando a árvores as televisões abertas passaram. Só me lembro de ter visto <a href="http://www.gospelgoods.com.br/produto.php?prod=873" target="_blank">José &#8211; A Salvação do Egito</a> na Tv Canção Nova, mas como eu tenho  esse filme em casa nem interessei muito por ver. Também deve ter passado algum da Turma da Mônica, mas eu devo ter perdido. Enfim: parece que eles estão fazendo de tudo pra gente assinar tv a cabo.</p>
<p>Agora, eis que ontem, surge a gota d&#8217;água&#8230;.</p>
<p><a href="http://luvadepelica.com.br/wp-content/uploads/2012/01/mulheres-ricas.jpg" rel="lightbox[2151]"><img class="aligncenter size-full wp-image-2155" title="mulheres ricas" src="http://luvadepelica.com.br/wp-content/uploads/2012/01/mulheres-ricas.jpg" alt="" width="400" height="249" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><em>Chegueeeey, cadê minha tacinha? HELLOW!</em></p>
<p style="text-align: justify;">Eu já estava conformada com a volta do BBB, o reality show mais batido da TV brasileira. Sabe, todo ano é a mesma porcaria: pessoas aceitando serem super-expostas, para depois de 6 meses entrarem em depressão porque ninguém mais lembra que existiram. Mas isso?</p>
<p style="text-align: justify;">Mulheres Ricas é falso, superficial e muito idiota. Eu realmente não consigo acreditar que elas (com exceção da caminhoneira) sejam tão fúteis. Não acredito que as pessoas ricas sejam assim! Ao menos as mulheres do programa são todassuperficiais, envoltas sempre em conversas vazias, tentando fazer decolar bordões ruins. Algumas parecem ter sérios distúrbios de personalidade (vulgo, serem merecedoras de um tarja preta bem potente) enquanto outras parecem ostentar uma felicidade que não tem. Vejam a Val, a rainha da tacinha: o marido dela &#8220;como sempre&#8221; &#8211; nas próprias palavras dela &#8211; não pode almoçar com a coitada. Aí ela passa seu dia enchendo a cara e comprando coisas que, sinceramente, não parecem deixá-la mais feliz. E aquela senhora que CISMA que é a Barbie?</p>
<p style="text-align: justify;">A impressão que tive é que todas são muito solitárias, muitas vezes não conseguem aceitar a idade que tem e tentam ocupar esse espaço vazio com compras, champagne e viagens caras. E isso não parece deixa-las mais feliz.</p>
<p style="text-align: justify;">Minha conclusão? A TV aberta tem empurrado para cima da sociedade programas cada vez piores, sem conteúdo e a massa alienada está aceitando de bom grado, como um rebanho sendo levado ao matadouro. Quando a mim&#8230; Bem, eu estou procurando o número da Sky.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">Só faltam 3 dias para o sorteio!</p>
</blockquote>
<p><a title="Sorteio - Clique para participar!" href="http://luvadepelica.com.br/sorteio-kit-volta-as-aulas/"><img class="aligncenter" title="Banner do sorteio" src="http://luvadepelica.com.br/wp-content/uploads/2011/11/sorteio_Banner.png" alt="" width="388" height="69" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Cartinhas ao Papai Noel</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov 2011 20:11:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rebeca Renna</dc:creator>
				<category><![CDATA[Compras]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
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		<category><![CDATA[natal]]></category>
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		<description><![CDATA[Por YourPhotographicX Sempre que chega essa época do ano, somos convidados à participar das tradicionais cartinhas ao Papai Noel dos Correios, campanha realizada todos os anos com a ajuda de todos nós. Para quem não sabe, os Correios recebem cartinhas de crianças carentes e as deixam à disposição da população em agências pre-determinadas. Quem quiser ir lá e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<pre style="text-align: center;"><a href="http://luvadepelica.com.br/wp-content/uploads/2011/11/tumblr_lcjzuyfr1u1qecw6eo1_500_large.jpg" rel="lightbox[1784]"><img class="aligncenter size-full wp-image-1785" title="Xtimas Letters" src="http://luvadepelica.com.br/wp-content/uploads/2011/11/tumblr_lcjzuyfr1u1qecw6eo1_500_large.jpg" alt="" width="461" height="300" /></a>Por <a href="http://yourphotographyx.tumblr.com/" target="_blank">YourPhotographicX</a></pre>
<p>Sempre que chega essa época do ano, somos convidados à participar das tradicionais cartinhas ao Papai Noel dos Correios, campanha realizada todos os anos com a ajuda de todos nós. Para quem não sabe, os Correios recebem cartinhas de crianças carentes e as deixam à disposição da população em agências pre-determinadas. Quem quiser ir lá e adotar uma cartinha pode conferir a lista com as agências que estão guardando as cartinhas no <a href="http://www.correios.com.br/papainoelcorreios2011/" target="_blank">site dos correios</a>.</p>
<p>Dessa forma, todo ano, eu prometia, jurava e me programava para ir à uma agência mas por &#8220;n&#8221; motivos, nunca dava certo. Sempre achei a campanha linda e penso que nesta época do ano o importante não é a viagem que você vai fazer ou o IPhone que você vai ganhar, mas as boas ações que você tem a oportunidade de fazer. O Natal nunca foi uma data publicitária ou mercadológica, embora o marketing e a publicidade tenham, com sucesso, nos feito acreditar. Ele é, antes de tudo, a comemoração do nascimento de <strong>Jesus Cristo</strong>. E, pensando nisso, ja que não posso dar um presente pra Ele, vou dar para as crianças. Afinal de contas<span style="color: #ff6600;"><em> &#8220;O que fizeres a um destes pequeninos, é a mim que o fazeis&#8221;</em></span>.  Ao meu ver, a felicidade do Natal não está  na sua árvore cheia de presentes, e sim nos gestos de bondade que você faz.</p>
<p>Hoje à tarde eu estava no meu trabalho, buscando o endereço de uma agência dos Correios próxima que participasse da campanha quando recebi um e-mail da diretoria. Adivinhem o conteúdo? A gerência de marketing estava cheia de cartinhas para serem adotadas. Aqui mesmo, sem precisar sair do trabalho! Fui lá correndo e voltei com duas: a do Arthur e a da Laura.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><div class="toggle"></p>
<p>As cartinhas vieram de uma creche e não tem nada escrito pelas crianças, pois eles ainda não aprenderam a escrever, mas tem um desenho lindo e a &#8220;impressão&#8221; das palminhas das mãos deles. É de derreter o coração. E, o que mais me deixou sensibilizada é que eles não queriam nada muito caro: ela, queria uma boneca. Ele, um carrinho. Fiquei muito tocada com isso e capricharei bem no presente. Não quero dar só uma boneca, quero por guloseimas, um cartãozinho e deixar tudo bem lindo para os dois. É muito triste saber que, em nosso país, a desigualdade chega à esse ponto. O Natal é uma época mágica e, embora o foco dele não seja o de presentear como eu ja comentei, é doloroso ver que essas crianças não tem brinquedos. Criança precisa brincar para desenvolver a coordenação motora, o espírito de companheirismo e a imaginação. E, acima de tudo, porque <span style="text-decoration: underline;">são crianças</span>. Criança tem que brincar!</p>
<p><img class="aligncenter" title="Cartinhas" src="http://p.molo.me/6IVYzF?Expires=1322685546&amp;Signature=bAgY3PgZaJ9cpC0Lhh4cQ822TmL6PQ0~BMkJO2M7WyuPNmJsxj03P41mwY65sHcU7oxsDzdjdZAutNYK1-mlRFInrF5KiM8mjX-7mNIwPSqA~OmzFDdZ11y5j474g3-wfTa8fWWMxACPC1QoQ7BEBG4c9Ado66wtYdduyInVkeo_&amp;Key-Pair-Id=APKAJAWZGDVCQNC623QQ" alt="" width="472" height="450" /></p>
<p>Convido todos a fazerem o mesmo. Não custa nada gente e o dinheiro será melhor empregado, pois você vai trazer esperança para uma pessoa. Informem-se à respeito das agências dos correios que participam da campanha na sua cidade ou de creches e igrejas perto da sua casa. Nessa época do ano surgem sempre muitas instituições que precisam de ajuda. E, se você não puder gastar, doe seu tempo. Faça uma visita à essas crianças, dê carinho à elas. Pode ter certeza que você será recompensando. É um gesto pequeno, mas que faz a diferença :)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a title="Sorteio - Clique para participar!" href="http://luvadepelica.com.br/sorteio-kit-volta-as-aulas/"><img class="aligncenter" title="Banner do sorteio" src="http://luvadepelica.com.br/wp-content/uploads/2011/11/sorteio_Banner.png" alt="" width="388" height="69" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Meu nome é Rebeca e eu sou shopaholic</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Mar 2011 20:19:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rebeca Renna</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blá Blá Blá]]></category>
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		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
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		<description><![CDATA[Eu nem sei o por que de estar escrevendo este post. Só que de uns três meses pra cá muita coisa mudou em minha forma de percepção e a unica forma que encontrei de extravasar isso foi através desta postagem. Eu sempre fui muito equilibrada financeiramente. Não comprava o que não podia pagar, tinha horror a cartão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Shopaholic" src="http://trendsupdates.com/wp-content/uploads/2009/05/shopaholic.jpg" alt="" width="250" height="157" /></p>
<p style="text-align: justify;">Eu nem sei o por que de estar escrevendo este post. Só que de uns três meses pra cá muita coisa mudou em minha forma de percepção e a unica forma que encontrei de extravasar isso foi através desta postagem.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu sempre fui muito equilibrada financeiramente. Não comprava o que não podia pagar, tinha horror a cartão de crédito e tudo meu era pago à vista. Mas, de uns dois anos pra cá tudo isso mudou quando consegui meu primeiro estágio universitário. E aí vieram festas, listas de materiais intermináveis e meu primeiro cartão de crédito.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa semana fui forçada à faltar um dia de trabalho. Aqui em Belo Horizonte tem chovido muito, minha rua praticamente inundou e eu fiquei sem condições de pegar ônibus. Twitter vai, twitter vem, acabei tendo a idéia de aproveitar o dia pra fazer algo útil: arrumar meu guarda-roupas.</p>
<p style="text-align: justify;">Gente, vocês não fazem idéia de quanta tranqueira eu encontrei! Milhões de blusas que não tem mais nada haver comigo, sapatos e sapatilhas que preciso doar para alguém, vestidos que eu olhava e pensava &#8220;Eu <em>realmente</em> já usei isso?&#8221; e calças que não servem mais. Em contrapartida, tenho blusas que nunca usei, esmaltes lacrados, perfumes cheios e maquiagem em sua maioria intacta que eu sei que jamais vou usar porque não combina comigo.</p>
<p style="text-align: justify;">Acabei descobrindo que sou viciada nisso. Não, não é brincadeira. Eu simplesmente amo comprar coisas inúteis. Posso andar por ruas cheias de lojas e não olhar para nenhuma, porque sou muito objetiva: se vou ao shopping comprar calças, só olho calças. Mas se eu passar na frente de uma <a title="Thomaz Rabelo" href="http://www.thomazrabelo.com.br/" target="_blank">Thomaz Rabelo</a> da vida, uma força cósmica me puxa pra dentro e imediatamente eu descubro algo que precisava e nem sabia. Nessas minhas &#8220;viagens&#8221; já levei porta níquel, gominhas de cabelo, carteiras para presentear familiares (?), bolsas, sandálias de verão no inverno, cases de celulares que não uso e todo tipo de tranqueirinha que só acumula espaço.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Becky Bloom" src="http://afonsogossipboy.files.wordpress.com/2010/11/becky_bloom-490x324.jpg?w=490&amp;h=324" alt="" width="250" height="187" /></p>
<p style="text-align: justify;">Descobri também que meu hobbie favorito é entrar em sites de compras (desde <a title="Submarino" href="http://www.google.com.br/aclk?sa=L&amp;ai=CGrJuSfpvTY3HJ8m6gweGtogqrJWhvgHEzL6eCqmJug4IABABUInvp3RgzfjhgPwCyAEBqQJ3-kH1SkakPqoEG0_Q_ezC3U7TRIYNYF2hH8of6-7avROHBDDzmw&amp;sig=AGiWqtzI_AaeevZTfZmOxrFTxjo0ZH_GTg&amp;adurl=http://www.submarino.com.br" target="_blank">Submarino</a> até <a title="Elo7" href="http://www.elo7.com.br/" target="_blank">Elo7</a>) pra simplesmente ficar olhando as coisas, até achar algo que me faça dizer &#8220;Hum, isso até que é legal.. Vou comprar&#8221;. Gente, eu compro coisas porque elas são &#8220;meio legais&#8221; e não porque sejam fantásticas ou meu sonho de consumo!</p>
<p style="text-align: justify;">Aí, resolvi sentar, pegar uma caneta e anotar todas as minhas contas. Coloquei cartão de crédito, celular, lojas, livrarias&#8230; E descobri que eu sou Becky Bloom em pessoa. Só de livros que tenho mas não penso em ler são cinco&#8230; na cabeceira da minha cama. Ainda tem vários no armário.</p>
<p style="text-align: justify;">Aí, vem a pergunta: Por que eu compro tanto? Depois dessa, fiquei mais esperta. Agora, mês a mês, eu anoto o que preciso em uma lista, o valor estimado e a fatura do cartão. Assim eu tenho controle sobre minhas contas. E ainda têm aqueles meses que alguma coisa acontece e te obriga a gastar (como esse mês, em que quebrei meu óculos e vou comprar um novo). Percebi que se não for organizada, não terei dinheiro para essas &#8220;emergências&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Então, aí vai meu conselho: por mais que seja difícil para algumas (como eu!), tenham foco! Sempre se façam a pergunta: Eu preciso mesmo disso? Irei realmente usar? Acredito que toda menina tenha um objeto que a faça cair no pecado das compras exageradas. Pra algumas é esmalte, outras sapatilhas e tem as que adoram acessórios para dolls.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora tudo o que compro penso duas vezes antes. Vejo a qualidade do produto e não só a aparência. Me pergunto se é um ítem de emergência (como calçados para a estação, roupas), um ítem de luxo (que pra mim seria algo de perfumaria que já tenha em casa, como um novo óleo corporal sendo que tenho dois no armário) ou uma extravagância (como o porta-recados que comprei 5 meses atrás e nunca usei porque não preciso deixar recados!).</p>
<p style="text-align: justify;">Às que são focadas e nunca estouram o limite do cartão de crédito, minha salva de palmas. Me inspiro em vocês. Para as que são como eu&#8230; Tenhamos foco e que Deus nos ajude! =D</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Saiba amar</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 18:55:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rebeca Renna</dc:creator>
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		<category><![CDATA[relacionamentos]]></category>

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		<description><![CDATA[Vou dizer sem falta&#8230; Que é por sua causa que eu sou feliz. Vou dizer sem falta.. &#8220;Quem se conheçe por escrito, apaixona-se pela alma&#8221; Estava conversando com uma amiga que disse não acreditar em amor virtual.  Disse mais: que ela prefere os homens que não ligam, não correm atrás. Que fazem você esperar o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><em>Vou dizer sem falta&#8230;<a href="http://www.flickr.com/photos/becabarbie/4103740466/"><img class="   alignright" title="Clique para ampliar." src="http://farm3.static.flickr.com/2569/4103740466_c05bdc9b3d_o.gif" alt="http://www.flickr.com/photos/becabarbie/4103740466/" width="201" height="159" /></a><br />
Que é por sua causa<br />
que eu sou feliz.<br />
Vou dizer sem falta.. </em></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">&#8220;Quem se conheçe por escrito, apaixona-se pela alma&#8221;</span></p>
<p style="text-align: left;">Estava conversando com uma amiga que disse não acreditar em amor virtual.  Disse mais: que ela prefere os homens que não ligam, não correm atrás. Que fazem você esperar o dia inteiro por uma ligação que não vem. E, no dia seguinte, quando você não espera absolutamente nada dele, ele chega e te faz uma surpresa.</p>
<p style="text-align: left;">Eu prefiro exatamente o contrário. Gosto de atenção, estabilidade. Não estou dizendo que gosto de homem grudendo, mas eu gosto quando ele toma a atitulde de ligar, de chamar no msn.. essas pequenas coisinhas que fazem você ver que ele gosta de estar com você.</p>
<p style="text-align: left;">O amor é mesmo estranho.</p>
<blockquote><p>Cada qual sabe amar a seu modo; o modo, pouco importa; o essencial é que saiba amar. -<span><a href="http://www.pensador.info/autor/Machado_de_Assis/">Machado de Assis</a></span></p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>This is what dreams are made of</title>
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		<pubDate>Sat, 02 May 2009 21:58:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rebeca Renna</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blá Blá Blá]]></category>
		<category><![CDATA[Compras]]></category>
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		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
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		<description><![CDATA[Ai.. eu tava me segurando pra não postar.. mas tenho que contar! Eu acabo de comprar minha primeira Pullip lá pelo Flickr! Ela já está à caminho, deve chegar até quinta-feira! OMG, quanta emoção! Nunca imaginei que ia conseguir juntar dinheiro pra uma coisa dessas, eu sou muito gastadeira.. xD Modo &#8220;desabafo&#8221; ON: Agora, voltando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" title="Setinha" src="http://luvadepelica.com.br/wp-content/uploads/2008/08/dot_pink.gif" alt="" width="8" height="6" /> Ai.. eu tava me segurando pra não postar.. mas tenho que contar!</p>
<p>Eu acabo de comprar minha primeira Pullip lá pelo Flickr! <img src='http://luvadepelica.com.br/wp-includes/images/smilies/1846.gif' alt='*-*' class='wp-smiley' /> Ela já está à caminho, deve chegar até quinta-feira! OMG, quanta emoção!</p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone" title="Pullip Alte" src="http://l.yimg.com/g/images/spaceball.gif" alt="" width="1" height="1" /><img class="alignnone" title="Pullip Alte" src="http://l.yimg.com/g/images/spaceball.gif" alt="" width="1" height="1" /><img src="file:///C:/DOCUME~1/Rebeca/CONFIG~1/Temp/moz-screenshot.jpg" alt="" /><img class="size-full wp-image-527 aligncenter" title="Sofia" src="http://luvadepelica.com.br/wp-content/uploads/2009/05/sofia2.png" alt="Sofia" width="204" height="174" /></p>
<p>Nunca imaginei que ia conseguir juntar dinheiro pra uma coisa dessas, eu sou muito gastadeira.. xD</p>
<p><img class="alignnone" title="Setinha" src="http://luvadepelica.com.br/wp-content/uploads/2008/08/dot_pink.gif" alt="" width="8" height="6" /><em> <span style="color: #ff99cc;">Modo &#8220;desabafo&#8221; ON:</span></em></p>
<p>Agora, voltando à &#8220;real life&#8221;. Hoje cheguei a conclusão de que sou realmente anti-social. Eu gosto de ficar em casa, sozinha. Gosto mesmo. Não é capricho nem birra de menininha mimada, até porque isso não sou. Eu só.. gosto.</p>
<p>Quando me chamam pra sair, o que faço? invento uma desculpa. Eu adoro dar apoio conversando com meus amigos, ouvir os problemas deles e apontar soluções, ou só dar um abraço, tentando confortá-los&#8230; mas não contem comigo pra ir á lugar nenhum.  Não gosto.</p>
<p>Queria saber porque sou assim. Tem uma vida lá fora me esperando.. e eu trancada assistindo Sexy and the City. Heroes. Depois, House. Em seguida, Law &amp; Order: SVU. Depois.. reprise de House. Isso não é bom, pelo menos não deve ser!</p>
<p>Quando eu era criança, AMAVA sair.. e não podia, tudo era progama de adulto! Agora que eu posso.. não quero: minha diversão está em casa. Vai entender!</p>
<p><span style="color: #ff99cc;"><em>Modo &#8220;desabafo&#8221; OFF</em></span></p>
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