Gente, gostaria de agradecer a repercussão do post anterior “A tal da etiqueta digital“. Ganhei visitantes novos, conheci novos blogs, pessoas e formas de pensar. Gostei muito de ler as opiniões de vocês, tanto aqui quanto no face. É muito bom ver que eu não sou a única a pensar daquela forma e com tantos comentários aprendi bastante coisa e até descobri novas formas de ‘comentários’ que são toleráveis. Me tornei uma pessoa melhor! Thanks guys! <3
Ps.: retribuirei tooodos os comentários com muito carinho!
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Título: Orgulho e Preconceito (Pride and Prejudice)
Ano: 2005
Duração: 127 min.
Gênero: Romance
Censura: Livre
Sinopse: Sem homem algum em casa além do seu marido, a Sra. Bennet (Brenda Blethyn) está desesperada para ver suas cinco filhas casadas e seguras. As meninas, por sua vez, sabem da importância de conseguir um marido que lhes garanta um lar, pois quando seu já velho pai (Donald Sutherland) falecer, as mulheres não terão direito aos seus bens, que serão todos herdados por um primo distante, Sr. Collins (Tom Hollander).
Por isso, a chegada do solteiro Sr. Bingley (Simon Woods) à região causa alvoroço na família. No baile de apresentação, ele não demora para se encantar pela mais velha das Bennets, Jane (Rosamund Pike). Enquanto as três mais novas pulam e dançam de um lado para o outro, Elizabeth (Keira Kightley) tenta – em vão – puxar conversa com o amigo do Sr. Bigley, o sério Sr. Darcy (Matthew Macfadyen).
O que eu achei: Já fazia um bom tempo que este filme estava na minha wishlist, assim como seu livro. Mas sempre aparecia um filme novo na frente, outro livro mais legal, alguma ‘novidade’ e eu ia deixando pra depois… Final se semana passado resolvi, finalmente, levar esse filminho pra casa. (Americanas e seus bancos de filmes enoooormes ainda vão me falir! hahah)
A história não fugiu nada das minhas expectativas. Já havia comentado com um colega que estava louca para ler uma obra da Jane Austen desde que descobri que haviam feito filmes dela e vi os figurinos… Adoro coisas de ‘época’ e sempre acho mais válido ler primeiro e assistir depois. Me recordo que na ocasião meu colega falou “Ah, é um romancezinho água com açúcar onde nada acontece”. Bem… Ele não estava muito errado. E quer saber? Eu adorei!
Não li o livro, por isso vou analisar apenas o que eu vi na telona: uma história leve, divertida, que tem sim seus momentos de tensão e suspense, mas tudo contado de forma bem leve e tranquila. Perfeito pra quando se está estressado e não se quer assistir aquele filme de terror que você vai lembrar quando for pegar água de madrugada (e morrer de medo enquanto caminha até a cozinha) ou nenhuma comédia romântica melosa demais (daquela que a mocinha morre no final e te deixa com aperto no peito). Na verdade… Acho que, de todos os filmes “dramáticos” e de comédia romântica que assisti, esse é o que melhor retrata a realidade: pessoas normais, com dramas normais. Nada de passar fome, nada de sofrer de amor e passar o filme chorando, mas seres humanos, mas com apertos financeiros e dramas amorosos simples, destes que todo mundo tem. Além de tudo o filme ainda tem uma pegada bem bacana, explorando a sociedade feminina do século XIX: a forma de se portar em sociedade, seus dramas e como tudo girava em torno de um bom casamento… Ou um casamento qualquer. Para as mais velhas, o que importava era casar!
Orgulho e Preconceito ainda explora a evidente ‘separação de castas’ do século 19. A forma com a qual o Sr. Darcy rejeita Elisabeth durante o baile e as afiadas farpas e fagulhas que os dois soltam durante todo o filme são de prender a atenção de qualquer um. Os personagens ainda ostentam uma linguagem mais rebuscada, mas não tão fiel ao século onde a história se passa a ponto de tornar sua compreensão difícil.
Além de tudo o filme possui um bom ritmo e cenas interessantes: o segundo baile é uma das minhas favoritas, porque a câmera segue diversos personagens, passando por muitos cômodos, dando uma dimensão real do ambiente. A cena onde Sr. Darcy e Elisabeth dançam também: a concentração dos dois acaba ‘anulando’ os outros participantes do baile, deixando-os ‘a sós’ no salão. Para as mais românticas, nessa sequência o Sr. Darcy ‘toca’ acidentalmente a mão de Elisabeth e depois a câmera foca na mão dele, sozinha, abrindo e fechando-a como se estivesse incomodado. Foi a cena em que eu parei e dei replay umas 5 vezes com minha irmã e em todas gritamos: “Ahhh que lindo! Ele gostou de pegar na mão dela.. Ta se sentindo incomodado! Ficou mexido!”.
Recomendo pra quem gosta desse tipo de filme ou tem interesse pela cultura britânica do século XIX. Não esperem grandes revelações ou reviravoltas na história porque, embora aconteçam, se passam de forma bem sutil. Mas ainda sim, é uma boa pedida pro domingo chuvoso à tarde, com bastante chocolate quente que é pra acompanhar a história açucarada

Tags: cinema, filmes, Jane Austen, opinião, resenhas, romance
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8 Comentários em “Orgulho e Preconceito”
Eu nunca vi esse filme, mas por tudo que eu conheço da Jane, parece ser incrível
Não sei se você já viu, mas tem post novo no meu blog. Confere lá
Bjos!
Esse é um dos filmes que eu mais repito (tirando Phantom Of The Opera). É um daqueles filmes que você assiste sempre que pode. LIndo, né? Eu sou apaixonada pelo Mr Darcy <333
Beeijos, Beca.
Olá minha querida ! , que blog mais lindo
‘
Nunca ouvi falar deste filme mas me parece bem interessante não ? Ainda mais para um domingo chuvoso
, te convido a conhecer o meu espaço ! Dá uma passadinha conto com sua presença bjs !
Eu num posso falar nada, porque AMO Jane Austen, sejam os livros ou suas adaptações. agora vou ler Emma em inglês, não vejo a hora de chegar a “vez” dele.
Orgulhoe preconceito eu nunca vi – mas acho que verei no carnaval – mas sei que vou amar. Eu tenho Razão e Sensibilidade e uso muito pra “estudar sotaque”, então pretendo ter esse para o mesmo fim – e porque acho lindo.
A sinopse é interessante, mas admito que não sou muito fã desses romances concentrados. Assistiria, pois parece ser bom, mas não é exatamente o meu genero preferido.
Lembro que na época do lançamento do filme eu fiquei com coceirinha pra assistir, mas ele foi parar nas locadoras e eu acabei perdendo a vontade. É o tipo de história que eu até assistiria mas minha lista de filmes tá tão grande (fora a de séries e livros) e o tempo curto demais!
;*
Poxa, eu sou doida pelo filme mas nunca tive a oportunidade de ler o livro!
Assim, partilho de sua opinião quanto ao filme. Agora esperar por você e eu lermos o livro, pra ver se batem as opiniões também! Rs
XOXO


A-D-O-R-E-I a história do filme. Para muitos parece ser careta, mas são histórias assim que deixa a gente feliz e faz a gente (again) suspirar e dizer: “Ah, como é lindo amar”. :-)Com certeza vou assistir a esse filme, ele é a minha cara.
Agora eu fico pensando, se o filme é ótimo como você disse imagina o livro? Ai, ai. O livro deve ser perfeito, cheio de detalhes… Vou parar de escrever porque deu uma vontade louca de lê-lo agora. Hahaha.
Beijos, Beca! ^-^